segunda-feira, 26 de maio de 2008

18 anos e alguns caquinhos pra contar

Err... eu disse que n seria instantâneo o próximo post, eu disse, também, que eu iria estar com muita vontade de escrever e depois eu ia parar. Eu disse. Não reclamem, não me pressionem. Façam melhor: se deliciem (ou não) com mais um post da *tãtãdãtãdã* Indiaaana *tãtãdãtãdã* "Johns" *vuuuush*!

Poderia estar escrevendo algo mais interessante, com frases bem escritas e que fariam diferença (ou não) para alguém que porventura lesse ou talvez poderia demonstrar o quanto eu sou culta e blábláblá, mas #1: isso é um blog random, quer notícias/críticas? Comprem o Estadão, JB ou qualquer jornal que vocês vêem palavras bonitas e acham que seja digno de sua atenção de alguns minutos e de sua memória recente e temporária (quase uma memória RAM [ou seria ROM? Foda-se já passei do módulo de Montagem e manutenção do curso mesmo ;P]). #2: Posso parecer fútil por aparentemente não me interessa por isto (até porque escrever como bom samaritano coisas bonitas não me faz ser interessada ou não), mas eu realmente não estou com a mínima de escrever sobre coisas sérias hoje. Simplesmente acho que sério já está tão Barroco/old fashioned, ou simplesmente tão cotidiano que aqui seria um modo para fugir de tal 'comunência' (não existe essa palavra? Tudo bem, eu crio \o/ E quem achar que idiota, eu rezo. (6) ).
Por via das dúvidas, dá uma pesquisada no Google sobre notícias recentes ou algo assim, é sempre bom. Aliás, uma coisa que gostaria de por cinco estrelinhas de chocolate é na porta da pessoa que teve a brilhante idéia de colocar notícias/títulos de notícias/chamadas de notícias no lugar da publicidade (se não no lugar, ali pelo menos em destaque está), o Yahoo faz isso e sempre que vou entrar no meu e-mail, nem que seja por alguns segundos eu fico a par (ou quase) das notícias e caso esta me interesse, *plim* clico no link, ponho o óculos-hi-I'm-intelectual e leio. Foi assim que eu soube que a Ministra do Meio Ambiente havia gave up do Ministério (poxa, eu gostava dela) e que a política dos filhos adotada pela China teve um exceção criada pós-terremoto. E por falar em terremoto, qualquer está havendo é terremoto em tudo quanto é canto (inclusive aqui no Brasil), é chuva alagando muito tudo, é onda invadindo pista. *Levanta a plaquinha :Go natureza! Go!*

Ah é, mudando TOTALMENTE de assunto, é incrível como uma simples pesquisa de Internet pode fazer você conhecer coisas que nem imaginaria que existisse. Exemplo, antes do meu aniversário enquanto procurava um lugar para comemorar, encontrei um lugar chamado Bar Bukowski (posteriormente escolhido pra ser o tal lugar) . Meses depois enquanto estava praticando meu esporte favorito: pegar livros na Saraiva e sentar no chão pra lê-los e ir embora depois na maior cara de pau sem comprar (aviso, a prática deste esporte incluí o seguinte efeito colateral: dor nas costas e regiões das almofadinhas ilíacas [A.K.A. bunda]), me deparei com um livro de bolso, verde limão (como não deparar sendo desta 'sutil' cor ahahaha) chamado: "Fabulário geral do delírio cotidiano. Ereções, ejaculações e exibicionismo - parte 2 por Charles Bukowski". Intrigada com o título e levemente interessada em saber o que deu a fama a este autor para que este possuísse um bar com seu nome tão... tão... diferente (?), peguei o livro e sentei no chão para lê-lo. Resultado: por 1 semana e meia eu fiquei indo quase todos os dias (menos finais de semana) para a Saraiva para lê-lo. O livro é... er... fácil de ser lido, o modo de escrever é aquele que você vai lendo, lendo e quando viu já foi um ou dois capítulos, muito easy going. Antes que pensem besteira, o livro fala sobre o cotidiano da vida do autor, e que vida mais anti-padrão! O fato que mais me despertou interesse é que o autor escreve como eu (ou seria eu que escrevo igual ao autor? Bem, escrevemos de forma parecida) , ambos começam com uma história e no meio desta lembram de outra que se encaixaria com o momento e não perde a oportunidade de escrevê-la, para, depois, voltar ao assunto inicial. Não que suas histórias não tenham enredo, mas eu me adaptei e me simpatizo por textos assim... Além do mais, devido as inusitadas situações e diálogos, o livro arranca boas risadas da gente. Pena que eu não tinha dinheiro pra comprá-lo ( e eram só 18 reais. Bosta ;[ ) e não pude terminá de lê-lo, pois entre um dia e outro que deixava o livro sozinho/desolado descansando na prateleira, bem escondidinho, atrás de todos, ele se sentiu amargurado e abandonado e resolveu seduzir alguém mais além de mim. Agora, minha saga para encontrar outro exemplar (que não é lá muito fácil) se inicia.
Então, por hora, adeus Bukowski (ao estilo 'Adeus, Lênin!')!


PS: o texto terminou desse jeito, mas era pra ter começado e terminado falando sobre 2008, como havia prometido no último post. Bem, não podemos dizer que não cumpri com o prometido, afinal, não falei sobre 2007 e relatei acontecimentos de 2008 ;P. À la Bukowski.

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